
Letramento SocioAmbiental
Revista interdisciplinar das áreas de Educação, Ambiente, Ciências Humanas e Sociais editada por PAROLE SOCIOAMBIENTAL.
ISSN: 2965-5005

A Revista Letramento SocioAmbiental convida integrantes de comunidades, ativistas socioambientais, pesquisadoras(es), educadoras(es) e profissionais de diferentes áreas do conhecimento a submeterem artigos para o dossiê temático ecopedagogia digital e governança ambiental: saberes, tecnologias e territórios em transformação. Buscamos contribuições que explorem as interseções entre educação, tecnologias sociais e digitais e sustentabilidade, promovendo diálogos entre saberes ancestrais e contemporâneos. Interessam-nos trabalhos que abordem o papel da ecopedagogia em contextos locais, as novas formas de participação e governança ambiental, assim como os impactos das tecnologias nos territórios e nas dinâmicas socioculturais. O dossiê propõe refletir sobre como as ferramentas digitais podem contribuir — ou tensionar — a construção de territórios mais justos, sustentáveis e participativos, considerando aspectos como a inclusão digital, a justiça socioambiental, a soberania de dados e a proteção dos bens comuns. Incentivam-se abordagens interdisciplinares que integrem perspectivas críticas e decoloniais, relatos de experiências pedagógicas, estudos de caso e resultados de pesquisa que ampliem o debate sobre as transformações em curso. Nosso objetivo é reunir contribuições que fortaleçam uma compreensão ética, plural e situada das relações entre tecnologia, educação e meio ambiente, em diálogo com os desafios contemporâneos da governança ambiental.
· Ecopedagogia digital e práticas educativas transformadoras
Este tema aborda experiências, metodologias e referenciais teóricos que articulam educação socioambiental e tecnologias digitais. Convida-se à reflexão sobre plataformas educativas, recursos abertos, inteligência artificial e comunicação digital como ferramentas para a formação de sujeitos críticos, ecologicamente conscientes e comprometidos com a transformação social no território.
· Tecnologias, dados e governança ambiental
Este eixo propõe discutir o papel das tecnologias digitais na gestão e governança dos bens comuns. Inclui temas como ciência cidadã, monitoramento ambiental participativo, uso de dados abertos, políticas públicas digitais e transparência na gestão ambiental, bem como suas implicações éticas e políticas.
· Territórios, culturas e justiça socioambiental
Este tema busca dar visibilidade às relações entre territórios, identidades e culturas no âmbito da justiça socioambiental. Valorizam-se contribuições que abordem saberes ancestrais, narrativas, comunicação comunitária e resistências territoriais frente a dinâmicas extrativistas, destacando o papel da tecnologia na defesa dos direitos coletivos.
30/06/2026: Resumo de até 250 palavras com: título; 5 palavras-chave; minibios e números ORCID das/os autoras(es).
02/08/2026: Texto completo, artigos de até vinte páginas, relatos de experiências; ensaios poéticos, fotográficos e entrevistas são bem-vindos.
30/09/2026: Versão final editada.
13/11/2026: Publicação online no contexto da COP 31 através de um seminário web de lançamento.

La Revista Letramento SocioAmbiental invita a integrantes de comunidades, activistas socioambientales, investigadoras(es), educadoras(es) y profesionales de distintas áreas del conocimiento a presentar artículos para el dossier temático ecopedagogía digital y gobernanza ambiental: saberes, tecnologías y territorios en transformación. Buscamos contribuciones que exploren las intersecciones entre educación, tecnologías sociales y digitales y sostenibilidad, promoviendo diálogos entre saberes ancestrales y contemporáneos. Nos interesan trabajos que aborden el papel de la ecopedagogía en contextos locales, las nuevas formas de participación y gobernanza ambiental, así como los impactos de las tecnologías en los territorios y en las dinámicas socioculturales. El dossier propone reflexionar sobre cómo las herramientas digitales pueden contribuir —o tensionar— la construcción de territorios más justos, sostenibles y participativos, considerando aspectos como la inclusión digital, la justicia socioambiental, la soberanía de datos y la protección de los bienes comunes. Se alientan enfoques interdisciplinarios que integren perspectivas críticas y decoloniales, relatos de experiencias pedagógicas, estudios de caso y resultados de investigación que amplíen el debate sobre las transformaciones en curso.
Nuestro objetivo es reunir contribuciones que fortalezcan una comprensión ética, plural y situada de las relaciones entre tecnología, educación y medio ambiente, en diálogo con los desafíos contemporáneos de la gobernanza ambiental.
• Ecopedagogía digital y prácticas educativas transformadoras
Este tema aborda experiencias, metodologías y marcos teóricos que articulan educación socioambiental y tecnologías digitales. Se invita a reflexionar sobre plataformas educativas, recursos abiertos, inteligencia artificial y comunicación digital como herramientas para la formación de sujetos críticos, ecológicamente conscientes y comprometidos con la transformación social en el território.
• Tecnologías, datos y gobernanza ambiental
Este eje propone discutir el papel de las tecnologías digitales en la gestión y gobernanza de los bienes comunes. Incluye temas como ciencia ciudadana,
monitoreo ambiental participativo, uso de datos abiertos, políticas públicas digitales y transparencia en la gestión ambiental, así como sus implicaciones éticas y políticas.
• Territorios, culturas y justicia socioambiental
Este tema busca visibilizar las relaciones entre territorios, identidades y culturas en el marco de la justicia socioambiental. Se valoran contribuciones que aborden saberes ancestrales, narrativas, comunicación comunitaria y resistencias territoriales frente a dinámicas extractivas, destacando el papel de la tecnología en la defensa de los derechos colectivos.
30/06/2026: Resumen de hasta 250 palabras con: título; 5 palabras clave;
minibios y números ORCID de las/os autoras(es).
02/08/2026: Texto completo, entre doce y veinte páginas.
30/09/2026: Versión final editada.
13/11/2026: Publicación en línea en el contexto de la COP 31 y realización de un seminario web de lanzamiento.
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